segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O futuro (just calling my name).

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Ontem, eu estava acompanhada de duas das minhas melhores companhias, na minha casa. Então, meu pai resolve colocar um documentário chamado "O Segredo" pra assistirmos. (faz de conta que a gente assistiu todo!)


Esse post não vai ser sobre o documentário. Até porque, não tenho nem argumentos sobre o tal. Mas uma coisa entre tantos homens repetindo as mesmas palavras (acho que foi dessa forma que eles acharam que algo fixaria na nossa cabeça), chamou minha atenção. Na verdade, a atenção do J. e F., também.

Escreva seu futuro.
Descreva seu futuro.
Coloque no papel o que você quer pro futuro.

E me dei conta, o futuro tá a 17 metros de mim. E então, eu, F. e J., resolvemos fazer esse exercício....



















A ordem dos fatos está correta.
Não importa se não faz sentido pra ti.
Sempre vai fazer pra mim. ;)

Always comfortable.


sábado, 17 de novembro de 2007

Scrap que eu não queria perder..

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Carlo.:

agradeço a vc,
p ter compartilhado
d tua vida
em minha vida.
ótima viagem, bom trabalho
e q continue somando alegrias
na colcha d retalhos d tua existência.
bjo.


:~

let the rain fall, I don't care. I'm yours and suddenly you're mine.

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terça-feira, 13 de novembro de 2007

quando não temos a menor idéia do que estamos procurando...

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Contei sete portas. E cada porta que se fechava às minhas costas, eu me aproximava um pouco mais daquilo que eu estava procurando.

Ao abrir a sétima porta, vi que tinha chegado ao fim do corredor - e ao princípio dessa minha jornada. A última porta dava pra um amplo teatro. À minha esquerda, fileiras de poltronas azul; o teto erguia-se
trinta metros acima da minha cabeça, e juro que eu tive de lutar contra a sensação de gritar pra testar o eco da minha voz, como se precisasse me convencer de que aquilo tudo não era mesmo um sonho.

À minha direita, o palco mais estranho que já tinha visto na vida. Não conseguia perceber a finalidade de muitas estruturas dali. No outro lado do teatro, vi homens em volta de uma estrutura que balançava. Ain
da assim, conseguia ouvir suas vozes. Detectei uma mistureba de sutaques entre a meia duzia de pessoas espalhadas pelo palco. (Descobri depois que eram escoceses, russos, texanos e canadenses francófonos). Eles estavam tão concentrados em seu trabalho, que nem notaram minha presença ali.

Eu estava completamente dominada por uma curiosidade de uma maneira que não me acontecia desde os tempos de colégio, quando cada experiência era uma nova aventura e eu não precisava me preocupar com as conseqüências dos meus atos como agora; minha mente estava desperta para as possibilidades apresentadas por todo o ambiente que me cercava.


E então, ela veio me explicar que ali era uma empresa de entretenimento criativo; criavam espetáculos a partir dos sonhos, talentos e paixões dos artitas e criadores.

... fica fácil de procurar.

Estou no Cirque du Soleil. E é exatamente como nos meus sonhos.



segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Pra (me) lembrar de quando voltei dos EUA

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(Brandon hot damn sexy.)

Hoje é dia doze.

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Acordei pensando nisso. Hoje é dia doze. Hoje poderia ser um dia de comemorações lindas. De declarações fabulosas. De lágrimas totalmente verdadeiras. E de sentimentos puros.

Mas ainda bem que minhas comemorações, declarações, lágrimas e setimentos, estão voltados pra outra realidade, outro propósito. Acordei lembrando do dia frio, que mesmo assim insisti em ficar na varanda enrolada no edredon, deveria ser charme, manha ou dengo. Não sei. Fui criada em ambiente assim. Enquanto eu tava deitada, exausta, começou a tocar I'm yours (eu realmente nunca esqueci!), ele disse quem era, e eu fiz: "Jason who?!". Quem diria... anos depois, ele se tornou meu músico preferido. Dia doze. Doze. Doze... E jajá vai ser 12:12.

Enfim...

Hoje eu apresentei um trabalho sobre o Cirque du Soleil, fui aplaudida, as pessoas amaram. Fiquei feliz. Mas minha felicidade durou minutos. Saí da sala de aula e lembrei das mil coisas que me esperavam aqui fora. Xtresses de documentação, compromissos, passagens de avião, libras, dólares, e a (ainda!) recuperação do final de semana.
Me dei conta que não quero deixar tanta gente aqui. Ou talvez eu tenha me dado conta que não quero ir.

Vou nos deixar guardados na estante. Vou te deixar consumindo minhas 17 horas diárias. Afinal, meus últimos dias, só me passa isso pela cabeça. Fazer o que, né? As coisas comigo sempre foram assim. Nunca ninguém disse que Prudência era meu sobrenome mesmo. Tuas palavras tímidas, ainda tão na minha cabeça. Ainda repetem em voz alta, muito alta, que tá com medo. Eu te digo, não tenha. Sério, não tenha. Mas deixa eu ter meu momento-como-vai-ser?!. Verdade. Como vai ser? E se ...

Deixa pra lá. Costumo teorizar sobre o assunto, mas nossas conclusões são MEROS chutes, pois como nos conhecemos BEM, não nos simpatizamos nem um pouco com estatísticas e enquadramentos.

Mas quer saber mesmo? Nós não somos qualquer coisa, e merecemos reverência.
Palmas pra nós. De pé, por favor.






(quando eu falo sobre mim, parte II)


sábado, 10 de novembro de 2007

procura-se vivo: o novo!!

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Coisas mortas não me interessam.

Ando procurando a novidade que vai me fazer refletir, questionar, enlouquecer. Algo que nunca vi, original, que desestru
ture, surpreenda, revolucione.

Sério!!!!!! Não quero repetir fórmulas, não quero respirar o que dá certo.

Vou ler todos os clássicos da literatura alemã, francesa, inglesa, americana - sim, ser intelectual (isso pega bem até a meia noite de hoje!). A partir de amanhã, vou ler e reler blogs, literatura do futuro
. Estou cercada de coisas tão antigas, tão iguais. Quero causar impacto, escandalizar a platéia e o porteiro do meu prédio. Ou serei terna. Ternura! Enfim, uma palavra nova. Usarei ternura, comerei ternura, vestirei ternura. Até o final dessa estação.

Ando procurando o novo. Embaixo da cama, em cima do sofá, dentro dos livros, nos faróis dos carros, nos videoclipes. Ando
desprezando o "mesmo", feito do mesmo jeito. Estou abrindo espaço para o inusitado.


Mas mesmo assim. Se tu encontrar o novo, não te apressa em me mostrar. Até porque ainda estou absorvendo o que foi novo horas atrás.


quarta-feira, 7 de novembro de 2007

the better part of me

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Parte da entrevista com a (salve-salve) Angelina Jolie, na Marie Clarie desse mês:

"Orgulhosa, mostra as tatuagens que fez pelo corpo em homenagem aos filhos: as latitudes e longitudes dos países em que nasceram, todas no seu braço esquerdo, perto do ombro. 'Mas e Pitt?', pergunto. 'Brad?', ela diz, 'está em todo lugar'."



Tu também.

de novo, o mraz.

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I knew you wanted something from the bar last night, so I ordered it. But you never came, so I drank it. I played a short set last night. I knew you 'd have some requests. And though you never came, I still sang them.


Today I feel dirty and my hair confused, but in a romantic Neal Cassidy kind of way. I'll have to rock the same socks and jocks as yesterday all for the love of you and the game. I can hide my shame under my hat while an old toothbrush takes me back. That's close enough for jazz and good enough for rock and roll.

It was only a Thursday after all. You didn't miss anything. It was I who missed you.

-m



* http://www.jasonmraz.com/journal.php?a=pol&passedN=147

então é assim.

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O mapa astral não influi, o horóscopo não decide, a criação não determina. Mas por algum motivo nessa Terra, eu escolhi amar e se valer disso. Por mais que, vez ou outra, sentisse que pouco valia.


Eu me divirto quando dá, choro quando sinto, e desisto quando devo.


Eu não sei o que leva alguém a tamanha exposição e vulnerabilidade.
Enquanto eu pulo de bungee-jump sem checar previamente a segurança, ele só observa e reza pra Deus cuidar bem de mim. Porque já foram tantas vezes, tantas dores, tantas fraturas expostas esperando uma longa cicatrização... que eu nem sei. Nem sei se adianta tentar me induzir a algum pensamento cauteloso também.


Sabe.. Ninguém saberia dizer o fim da cena. Mas eu apostaria numa ironia, matéria-prima de toda história que é bem-vivida. Eu cruzaria os dedos por ela, aflita por querer induzir cada segundo do teu tempo em uma nova oportunidade. Esperaria tranqüila, pelos antigos conhecimentos de causa e conseqüência, sem negar a constante expectativa.
E por mais que existisse o medo, por mais que existisse ontem, por mais que existisse a certeza do avião, não haveria nada que me pudesse ter roubado todo o encanto.



Eu disse: NADA.


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